Sábias agudezas... refinamentos...
- não!
Nada disso encontrarás aqui.
Um poema não é para te distraíres
como com essas imagens mutantes de caleidoscópios.
Um poema não é quando te deténs para apreciar um detalhe
Um poema não é também quando paras no fim,
porque um verdadeiro poema continua sempre...
Um poema que não te ajude a viver e não saiba preparar-te para a morte
não tem sentido: é um pobre chocalho de palavras. MQ
"Escrevo porque sou um desesperado e estou cansado, não suporto mais a rotina de me ser e se não fosse sempre a novidade que é escrever, eu me morreria simbolicamente todos os dias. Clarice Lispector"
Devaneios número 9.823.126.124.861
Do que eu tenho saudades? De absolutamente tudo! O que vivi, ou O que inventei que vivi
As lembranças se misturam Uma infância roubada Uma adolescência inventada Uma juventude vivida!
Coisas boas e ruins, passaram E ainda passam, pela minha frente Algumas eu quero pegar, agarrar e segurar com toda a força do mundo E outras eu nem quero mais sentir, olhar ou ....
As memórias são resignificas, As lembranças reinventadas Ou será ao contrário! Não sei... por isso, invento, recrio.
Amigos e amigas que se foram... Alguns ficaram, outros ainda estão chegando... O que amo no outro, se não um pedaço de mim mesmo? Colegas, também fazem parte dessa jornada!
Lugares, sabores, cores e amores Pintaram e salgaram a alho e óleo uma vida de infante Domingos de roda-peão, baleiro e balão... Sábados no parque, ou eram domingos no parque...
As cartas que escrevi e as que não escrevi Não estão mais na caixa de sapatos... Foram, erroneamente queimadas... As fotos ainda resistem... que bom, mantém a memória e as histórias
Agora eu tenho que usar "filtro-solar" Não vejo mais com tanta freqüência o clip "The Wall" Saudades das turmas de faculdade, do magistério.... Coisas que ficaram e que se foram, parte de mim...
O que eu busco, a memória perfeita! Reinventada! Que dá sentido ao eco da infância! Da nostalgia da década de 80, para alguns perdidas e por mim encontrada. A vida é encontros e desencontros, que sejam eles sempre constantes.
Nostalgia descreve uma sensação de saudades de um tempo vivido, frequentemente idealizado e irreal.
Nostalgia é um sentimento que surge a partir da sensação de não poder mais reviver certos momentos da vida.
O interessante sobre a nostalgia é que ela aumenta ao entrar em contato com sua causa e não diminui como o sentimento da saudade. Exemplo: se alguém sente saudades ou falta de um conhecido, este sentimento cessa ao se reencontrar a pessoa, com a nostalgia é exatamente o oposto, ao reencontrar um amigo que gostava de brincar, este sentimento nostálgico irá se alimentar e não diminuir como a saudade.
Costumeiramente associa-se o sentimento nostálgico a emissões sonoras de baixa frequência.
= RASCUNHO Público = Síntese sendo construída a partir da idéia de que só estamos aqui para servir aos outros. Nossa missão talvez será, tornar a estada do outro, nessa viagem chamada vida, mais leve! É como se cada um de nós, fossemos comissários de bordo... Muitas vezes eu também não quis deixar que outro carrega-se minha bagagem, ou a coloca-se longe de mim.... ... ... ...
Ando devagar porque já tive pressa Levo esse sorriso porque já chorei demais Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe Só levo a certeza de que muito pouco eu sei Eu nada sei
Conhecer as manhas e as manhãs, O sabor das massas e das maçãs, É preciso amor pra poder pulsar, É preciso paz pra poder sorrir, É preciso a chuva para florir
Penso que cumprir a vida seja simplesmente Compreender a marcha e ir tocando em frente Como um velho boiadeiro levando a boiada Eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou Estrada eu sou
Conhecer as manhas e as manhãs, O sabor das massas e das maçãs, É preciso amor pra poder pulsar, É preciso paz pra poder sorrir, É preciso a chuva para florir
Todo mundo ama um dia. Todo mundo chora Um dia a gente chega e no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história Cada ser em si carrega o dom de ser capaz De ser feliz
Conhecer as manhas e as manhãs O sabor das massas e das maçãs É preciso amor pra poder pulsar, É preciso paz pra poder sorrir, É preciso a chuva para florir
Ando devagar porque já tive pressa E levo esse sorriso porque já chorei demais Cada um de nós compõe a sua história, Cada ser em si carrega o dom de ser capaz De ser feliz
Olá! Oi! Você vem sempre por aqui? Não, só quando seus olhos me atraem!
É você um atrevida e reservada? Sim, e você de quem se protege, atrás dessa eloqüencia audaz! Não me escondo, é você quem diz! Silêncio.
Te beijo agora? Agora é tempo determinado, e em tempo determinado, não! O local tão pouco importa, quando acontecer, hay de ser memorável. Nós dois! Nós e 2! Dois de nós! Espera, a hora certa chegará! ih! Novamente, to racionalizando!!!
Quais são suas verdades! ou Conseqüências? São as respostas não proferidas... verdade ou mentira. Esse olhar enigmático foi ensaiado? Sim, desde meus 12 anos!
Mais um taça de vinho? Sim! Agora você tomará também? Posso pegar na sua mão? Os escoteiros entrelaçam os dedos! 3 compromissos! Quer ser a pessoa frágil para eu proteger! Frágil? Eu! Não obrigada! Sofri demais até aqui, mas tenho muito a viver!
Vinho dá sede, sede de vida! Não em mim dá sono! Eu tenho que ir... Ciao! Até amanhã! Que chegue logo, quinta!
SONETO DO AMOR MAIOR
Maior amor nem mais estranho existe Que o meu, que não sossega a coisa amada E quando a sente alegre, fica triste E se a vê descontente, dá risada.
E que só fica em paz se lhe resiste O amado coração, e que se agrada Mais da eterna aventura em que persiste Que de uma vida mal aventurada.
Louco amor meu, que quando toca, fere E quando fere vibra, mas prefere Ferir a fenecer - e vive a esmo
Fiel à sua lei de cada instante Desassombrado, doido, delirante Numa paixão de tudo e de si mesmo.
Homenagem a um grande novo amigo e uma sempre sólida amiga. Ambos sempre estiveram ali, e a vida-amiga, me deu o prazer de re-encontrá-los. Existe algo de sobrenatural em gostar dos seres humanos gratuitamente. Creia, é uma experiência extraordinária viver fazendo amigos.
A poesia, não se desloca do sentimento. A poesia é sempre recado... Distante do que o autor quis dizer Perto de quem lhe atribui o significado.
Um dia, Vários nós.... Muitos compromissos Um mundo para carregar...
Divide, comparte, espalha... E daí, aí fica leve... Baixa a guarda e divide... No interím, entre amigos - novo lar...
Busca, cala, sente... Como gente, para gente, de gente se faz gente... Ama, a felicidade, tem orgulho da alegria... Cria, recria, um mundo onde quer viver... E nele fica...
Compromisso - Cecília Meireles
Transportam meus ombros secular compromisso. Vigílias do olhar não me pertencem; trabalho dos meus braços é sobrenatural obrigação.
Perguntam pelo mundo olhos de antepassados; querem, em mim, suas mãos o inconseguido. Ritmos de construção enrijeceram minha juventude, e atrasam-me na morte. Vive! — clamam os que se foram, ou cedo ou irrealizados. Vive por nós! — murmuram suplicantes.
Vivo por homens e mulheres de outras idades, de outros lugares, com outras falas. Por infantes e velhinhos trêmulos. Gente do mar e da terra, suada, salgada, hirsuta. Gente de névoa, apenas murmurada.
É como se ali na parede estivessem a rede e os remos, o mapa, e lá fora crescessem uva e trigo, e à porta se chegasse uma ovelha, que me estivesse mirando em luar, e perguntando-se, também.
Esperai! Sossegai!
Esta sou eu –— a inúmera. Que tem de ser pagã como as árvores e, como um druida, mística. Com a vocação do mar, e com seus símbolos. Com o entendimento tácito, instintivo, das raízes, das nuvens, dos bichos e dos arroios caminheiros.
Andam arados, longe, em minh’alma.
Andam os grandes navios obstinados.
Sou minha assembléia, noite e dia, lucidamente.
Conduzo meu povo e a ele me entrego. E assim nos correspondemos.
Faro do planeta e do firmamento, bússola enamorada da eternidade, um sentimento lancinante de horizontes, um poder de abraçar de envolver as coisas sofredoras, e levá-las nos ombros como os anhos e as cruzes.
E somos um bando sonâmbulo passeando com felicidade por lugares sem sol nem lua.
Cecília Meireles in Mar absoluto e outros poemas-1945-
Feliz 2010! Atrasado?! Não sei, não, hein!?!?! Várias pessoas passaram a virada desse ano, dormindo! Isso mesmo, dormindo! Edredon ou Rede, Morfeu venceu 2009!
O que leva as pessoas a abrirem mão, de momentos canonizados popularmente? Estará o cotidiano e nossa escravidão moderna, nos desgastando? Já observou que todo mundo está cansado? Você está cansado? Eu não estou! Tento, e tento novamente, e de novo, e de novo, e mais um vez!!! Corro, pulo, salto o muro... mas não deixo ela me alcançar a preguiça de viver. Na corrida comigo, nem que custe a própria vida, dela [a preguiça de viver] eu hei de vencer!!!
2010 é o ano da roda vida!!! Roda Mundo, Roda Gigante, Moinho e peão, porém Chico não usou numerologia. Aqui reservo-me o direito de contestar, toda e qualquer crítica que vira, sobre essa referência... Usarei de argumentos científicos, filosóficos, educacionais para contestar o perjúrio da referência que segue. Não sejam tolos ao atribuir a tudo aqui escrito o sentido abstrato, e também não sejam perversos atribuindo a tudo o sentido figurado. Existem certezas que são anteriores a razão, e talvez é disso que eu queira falar...
2010 - 2+0+1+0=3
3 => A roda da vida, já ouviu falar? Tudo que vai, um dia volta. Seria como o que plantamos, um dia, iremos colher. Se você só plantou o bem, saiba que o número 3 será o número para 2010. Disposição para gozar a vida, boa entrada de dinheiro e reconhecimento pelos seus esforços do passado. Amigos, descoberta do seu próprio EU e muito senso de HUMOR estarão presentes, o ano todo. Não desperdice suas energias.
Numa outra - e preferida interpretação 2010, para mim, será definitivamente o ano do RECOMEÇO. Demorei para (re)vistar esse velho diário, cheio de lamúrias, dor e lágrimas que afogaram possíveis alegrias que aqui foram descritas. Mas também com registro de muito amor, paixão, sentimentos nobres e puros, teve também muita amizade e das gratuitas, que são as melhores. Aos meus amigos, guardo sempre o melhor pedaço do bolo, a eles sempre o presente inesperado, POR ISSO SAIBAM, não será diferente em 2010! Ao amor meu tudo e meu nada! Dou a ti, tudo que "soul", porque nada deste mundo tenho para te oferecer.
"Não te trago ouro Porque ele não entra no céu E nenhuma riqueza deste mundo Não te trago flores Porque elas secam e caem ao chão Te trago os meus versos simples Mas que fiz de coração." CS&RM
Mas acima de tudo a liberdade de um amor maduro, "com sabor de fruta mordida".
Feliz tudo em 2010! Que você encontre na volta da roda gigante - o tudo que plantou - pois nada vai te impedir de ser feliz! Muitas borboletas para todos!
Meu Caro Amigo Chico Buarque Composição: Chico Buarque / Francis Hime
Meu caro amigo me perdoe, por favor Se eu não lhe faço uma visita Mas como agora apareceu um portador Mando notícias nessa fita
Aqui na terra tão jogando futebol Tem muito samba, muito choro e rock'n'roll Uns dias chove, noutros dias bate sol
Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta
Muita mutreta pra levar a situação Que a gente vai levando de teimoso e de pirraça E a gente vai tomando e também sem a cachaça Ninguém segura esse rojão
Meu caro amigo eu não pretendo provocar Nem atiçar suas saudades Mas acontece que não posso me furtar A lhe contar as novidades
Aqui na terra tão jogando futebol Tem muito samba, muito choro e rock'n'roll Uns dias chove, noutros dias bate sol
Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta
É pirueta pra cavar o ganha-pão Que a gente vai cavando só de birra, só de sarro E a gente vai fumando que, também, sem um cigarro Ninguém segura esse rojão
Meu caro amigo eu quis até telefonar Mas a tarifa não tem graça Eu ando aflito pra fazer você ficar A par de tudo que se passa
Aqui na terra tão jogando futebol Tem muito samba, muito choro e rock'n'roll Uns dias chove, noutros dias bate sol
Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta
Muita careta pra engolir a transação E a gente tá engolindo cada sapo no caminho E a gente vai se amando que, também, sem um carinho Ninguém segura esse rojão
Meu caro amigo eu bem queria lhe escrever Mas o correio andou arisco Se me permitem, vou tentar lhe remeter Notícias frescas nesse disco
Aqui na terra tão jogando futebol Tem muito samba, muito choro e rock'n'roll Uns dias chove, noutros dias bate sol
Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta
A Marieta manda um beijo para os seus Um beijo na família, na Cecília e nas crianças O Francis aproveita pra também mandar lembranças A todo o pessoal Adeus
Olá todos e ninguém! Tem tempo que não passo por aqui... Existe uma síntese se formando dentro de mim... Muitas poesias vieram e foram como quem deixa a mão sob a água quando anda de barco pelo rio Solimões... Outros poemas se perderam nas filas de aeroportos entre um check-in e outro... Estou em Sampa, respirando, revendo amigos, amores, as cores e sabores dessa cidade IMPREVISíVEL!!! Nesses dias, uma poesia de Chico na voz de Marisa, tem me transtornado e me arrancado gargalhadas durante as 3 quadras que caminho até a Paulista, para ir trabalhar, e vou postar aqui para continuar com o tom de romantismo (ou nem tanto) desse pseudo-blog. ... Outra coisa interessante desses dias, foi um excelente encontro que tive nesse mundão da NET me deparei com um texto que momentaneamente me satisfez a sede de escrever e por isso gostaria de compartilhar ele com vocês!!! Obrigado Sr. Manoel (assim também chamava o padeiro da minha rua de infância), Obrigado Chico Obrigadíssimo Marisa (seu primo me deve um ingresso para um show seu, mas ele sempre me enrola, quem sabe, eu ainda espero :-)
Aqui estão algumas de minhas experiências:
Já fiz cosquinha na minha irmã só para ela parar de chorar.
Já me queimei brincando com vela.
Já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto.
Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés para fora.
Já passei trote por telefone.
Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo.
Já confundi sentimentos.
Já peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro.
Já me cortei fazendo a barba apressado.
Já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de esquecer.
Já subi escondido no telhado para tentar pegar estrelas.
Já subi em árvore para roubar fruta.
Já caí da escada.
Já fiz juras eternas.
Já escrevi no muro da escola.
Já chorei sentado no chão do banheiro.
Já fugi de casa para sempre, e voltei no outro instante.
Já corri para não deixar alguém chorando.
Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado.
Já me joguei na piscina sem vontade de voltar.
Já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios.
Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro.
Já tremi de nervoso.
Já quase morri de amor, mas renasci novamente para ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua.
Já gritei de felicidade.
Já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um para sempre pela metade.
Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol.
Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:
Qual sua experiência?
Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência...experiência...
Será que ser plantador de sorrisos é uma boa experiência?
Não!!!
Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!
Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem
Eu faço samba e amor até mais tarde E tenho muito sono de manhã Escuto a correria da cidade que arde E apressa o dia de amanhã De madrugada a gente 'inda se ama E a fábrica começa a buzinar O trânsito contorna, a nossa cama reclama Do nosso eterno espreguiçar No colo da bem vinda companheira No corpo do bendito violão
Eu faço samba e amor a noite inteira Não tenho a quem prestar satisfação
Eu faço samba e amor até mais tarde E tenho muito mais o que fazer Escuto a correria da cidade. Que alarde! Será que é tão difícil amanhecer? Não sei se preguiçoso ou se covarde Debaixo do meu cobertor de lã
Eu faço samba e amor até mais tarde E tenho muito sono de manhã. ...
Recentemente eu reli esse extraordinário livro: O pequeno príncipe. Um convite para admirar com os olhos do coração: a singeleza, a pureza, a sinceridade, a fantasia Eu fiquei pensando, será que eu já encontrei o/a pequeno/a príncipe/princesa? Teria eu o ignorado?
Cresci e também perdi minha capacidade de desenhar.... Meus desenhos preferidos eram aqueles de perspectivas... Minha necessidade de ver horizontes e outras possibilidades... Mas ninguém gostava, com vergonha parei de desenhar....
Também cantei, amo cantar.... Quando canto ouço a voz da minha aula. Cantei em coral, no conservatório, por hobby, por indicação médica... Mas niguém gostava do tom da minha voz, pediram para eu cantar baixo, e cada vez mais baixo até o som, não sair mais...
Eu visitei vários planetas, em verdade eu os criei... Ninguém quis visitar, ou mesmo acreditar que eles estão, ainda lá! Lá não tem fuga, nem máscaras e a mediocridade lá não entra.... É preciso amar, essa é a chave, a senha para poder lá habitar....
Tenho muitos amigos que são pilotos, mas nenhum deles conduz bem sua própria vida... Eles perderam tudo por causa desse brevê... Alguns, eram crianças que pintavam e cantavam.... Arco-íris, rosas lilás, e cantigas de roda.... eles não sabe mais....
Você já encontrou um pequeno príncipe? ou uma pequena príncesa? Você tem vontade de encontrar sua capacidade de sonhar? Você tem vontade de encontrar sua capacidade de cantar? Você tem vontade de encontrar sua capacidade de desenhar? Peça ao pequeno principe ou a princesa que habita o asteróibe B612.
"Les grandes personnes ne comprennent jamais rien toutes seules, et c'est fatigant, pour les enfants, de toujours leur donner des explications."
...
"Apenas se vê bem com o coração, pois nas horas graves os olhos ficam cegos."